| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Apodiformes |
| Família: | Apodidae |
| Olphe-Galliard, 1887 | |
| Espécie: | C. meridionalis |
O andorinhão-do-temporal é uma ave apodiforme da família Apodidae.
Seu nome significa: do (grego) khaitë = cabelo; e oura = cauda; e do (latim) meridionalis, meridies = do sul, sul. ⇒ (Ave) do sul com cauda (em forma) de cabelo.
Mede 11 centímetros. Apresenta asas longas, cauda relativamente curta e uma distinta área bege clara no uropígio, com supracaudais do mesmo tom. Espécie muito vocal.
Alimenta-se de pequenos insetos durante o voo.
Reproduz-se durante o verão em ninhos fixados internamente nas chaminés das residências, em outras construções humanas ou em locais abrigados como ocos de árvores e palmeiras. Os ninhos são construídos com ramos secos, unidos por saliva, que endurecem ao secar ficando preso á parede interna dos locais escolhidos (árvores ou espaços artificiais). A incubação de 3 ou 4 ovos brancos é realizada pelo casal.
Entre agosto e setembro surgem aos milhares sobre áreas abertas ou em cidades e canaviais. Costumam pernoitar em chaminés, associados em pequenos e grandes grupos.
É migratória no Sul e Sudeste, desaparecendo durante o inverno para procurar áreas mais propícias para alimentação ao norte, na Amazônia.